A expressão “Corpo de Deus” é uma das mais desafiadoras e impactantes da vida cristã.
Acreditamos que foi em Cristo que Deus tomou corpo neste mundo e, por isso, Ele é-nos apresentado, em forma da hóstia sagrada, tal como, há anos sublinhou D. Manuel Clemente: “Ora, por “corpo” entendemos a manifestação visível, a realidade e concretização material de um ser e entendemos sobretudo de um ser em relação com os outros, relação que a mediação corpórea significa e permite”.
Acreditamos que foi em Cristo que Deus tomou corpo neste mundo e, por isso, Ele é-nos apresentado, em forma da hóstia sagrada, tal como, há anos sublinhou D. Manuel Clemente: “Ora, por “corpo” entendemos a manifestação visível, a realidade e concretização material de um ser e entendemos sobretudo de um ser em relação com os outros, relação que a mediação corpórea significa e permite”.
Os inícios da celebração do Corpo de Deus datam do séc. XIII, fomentada pelo desejo comemorativo da Eucaristia. Assim, em 1264, o Papa Urbano IV instituiu oficialmente esta significante celebração cristã que passou a ser adotada por diversas cidades europeias.
No ano litúrgico, o dia da Solenidade do Corpo e Sangue de Jesus, tem como fim celebrar o mistério da Eucaristia, celebrando-se na segunda quinta-feira após o domingo de Pentecostes, habitualmente pelos inícios do mês junho.










